As 100 melhores comédias de todos os tempos, segundo a Variety

A Variety divulgou sua lista com as 100 melhores comédias de todos os tempos para celebrar os filmes que moldaram o riso na cultura pop mundial desde os primórdios da sétima arte até o humor caótico contemporâneo. Na seleção, aparecem marcos do cinema silencioso, como O Grande Ditador, de Charlie Chaplin, a sátira política afiada Dr. Fantástico, de Stanley Kubrick, e a irreverência de gerações que redefiniram a comédia em Hollywood dos anos 80 até os atuais. O resultado pode ser visto na íntegra a seguir, do 100º ao 1º:
100º ao 91º
100º. O Diário de Bridget Jones (2001)
99º. Quanto Mais Idiota Melhor (1992)
98º. Uma Linda Mulher (1990)
97º. Nascida Ontem (1950)
96º. I’m Gonna Git You Sucka (1988)
95º. Brazil: O Filme (1985)
94º. O Balconista (1994)
93º. Hairspray: Em Busca da Fama (1988)
92º. O Panaca (1979)
91º. Uma Loira para Três (1933)
90º ao 81º
90º. Bob, Carol, Ted e Alice (1969)
89º. Picardias Estudantis (1982)
88º. O Âncora (2004)
87º. Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022)
86º. Idiocracia (2006)
85º. Ser ou Não Ser (1942)
84º. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988)
83º. Mais um Verão Americano (2001)
82º. Cupido é Moleque Teimoso (1937)
81º. O Diabo Veste Prada (2006)
80º ao 71º
80º. A Hora do Show (2000)
79º. The Rocky Horror Picture Show (1975)
78º. Uma Noite na Ópera (1935)
77º. Banzé no Oeste (1974)
76º. Eu, Você e Todos Nós (2005)
75º. Todo Mundo Quase Morto (2004)
74º. A Recruta Benjamin (1980)
73º. Napoleon Dynamite (2004)
72º. O Grande Lebowski (1998)
71º. Papai por Acaso (1944)
70º ao 61º
70º. Legalmente Loira (2001)
69º. Ace Ventura: Um Detetive Diferente (1994)
68º. In the Loop (2009)
67º. Hellzapoppin’ (1941)
66º. Eddie Murphy – Sem Censura (1987)
65º. Pobres Criaturas (2023)
64º. Um Peixe Chamado Wanda (1988)
63º. Corações Loucos (1974)
62º. Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu! (1980)
61º. A Gaiola das Loucas (1996)
60º ao 51º
60º. Quero Ser Grande (1988)
59º. Confidências à Meia-Noite (1959)
58º. Uma Festa de Arromba (1990)
57º. O Casamento do Meu Melhor Amigo (1997)
56º. Um Estranho Casal (1968)
55º. O Homem Mosca (1923)
54º. Um Duende em Nova York (2003)
53º. Nos Bastidores da Notícia (1987)
52º. Loiro Alto do Sapato Preto (1972)
51º. Quero Ser John Malkovich (1999)
50º ao 41º
50º. The Waterboy (1998)
49º. Shampoo (1975)
48º. Levada da Breca (1938)
47º. O Grande Hotel Budapeste (2014)
46º. Um Príncipe em Nova York (1988)
45º. As Oito Vítimas (1949)
44º. Uma Babá Quase Perfeita (1993)
43º. Team America: Detonando o Mundo (2004)
42º. Quatro Casamentos e um Funeral (1994)
41º. Os Reis do Iê, Iê, Iê (1964)
40º ao 31º
40º. Zoolander (2001)
39º. As Patricinhas de Beverly Hills (1995)
38º. O Professor Aloprado (1963)
37º. A Princesa Prometida (1987)
36º. Ed Wood (1994)
35º. Escola do Rock (2003)
34º. Os Desajustados (1987)
33º. Relax (1985)
32º. Contrastes Humanos (1941)
31º. Pink Flamingos (1972)
30º ao 21º
30º. Austin Powers – Um Agente Nada Discreto (1997)
29º. Harry e Sally: Feitos um para o Outro (1989)
28º. Richard Pryor: Live in Concert (1979)
27º. Núpcias de Escândalo (1940)
26º. Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (2006)
25º. M.A.S.H (1970)
24º. Missão Madrinha de Casamento (2011)
23º. Ladrão de Alcova (1932)
22º. Clube dos Pilantras (1980)
21º. O Guarda (1941)
20º ao 11º
20º. Superbad: É Hoje (2007)
19º. Aconteceu Naquela Noite (1934)
18º. Isto é Spinal Tap (1984)
17º. O Rapaz Que Partia Corações (1940)
16º. Jejum de Amor (1941)
15º. Playtime (1967)
14º. Sideways: Entre Umas e Outras (2004)
13º. Dr. Fantástico (1964)
12º. Tootsie (1982)
11º. Bancando o Águia (1924)
10º ao 1º
10º. Feitiço do Tempo (1993)
9º. O Jovem Frankenstein (1974)
8º. Fargo: Uma Comédia de Erros (1996)
7º. O Diabo a Quatro (1933)
6º. Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975)
5º. Esperando o Sr. Guffman (1996)
4º. O Grande Ditador (1940)
3º. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)
2º. Quanto Mais Quente Melhor (1959)
1º. Corra que a Polícia Vem Aí! (1988)
Fonte: Variety
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‘O Agente Secreto’ é a indicação do Brasil ao Oscar por um bom motivo

O passado nunca é o passado — especialmente se você viveu no Brasil em 1977, “uma época cheia de pirraça”. Essa é a legenda que abre O Agente Secreto, a extraordinária investigação de Kleber Mendonça Filho sobre uma era passada de repressão nacional que pode ou não apresentar uma semelhança impressionante com períodos mais recentes de autoritarismo. A legenda segue uma montagem de fotos antigas em preto e branco, tanto fotografias espontâneos do cotidiano quanto fotogramas de filmes, e o som de dois locutores de rádio discutindo sobre “Samba no Arpège”, o sucesso de 1957 do compositor brasileiro Waldir Calmon. Dois minutos depois, o filme já está misturando épocas e histórias, o pessoal e o político, o real e o ficcional. A desorientação é um fator chave no arsenal de Filho. Ele é um cineasta cheio de pirraça.
Assim que nosso herói, um viúvo que agora atende pelo nome de Marcelo (Wagner Moura, de Narcos), para em um posto de gasolina no interior para abastecer seu Fusca amarelo, ele percebe um cadáver apodrecendo sob o sol escaldante. Aparentemente, algum ladrão foi pego tentando roubar a loja de conveniência na semana passada, lhe dizem. A polícia deve chegar a qualquer momento para verificar. Quando os policiais aparecem, eles ignoram o cadáver; estão muito mais interessados em extorquir Marcelo.
O protagonista está dirigindo de volta para sua cidade natal, Recife, que não visita há muito tempo. O plano é se reunir com seu filho pequeno, Fernando (Enzo Nunes), que está sob os cuidados do sogro de Marcelo, e sair do país o mais rápido possível. Enquanto isso, ele se instala em um condomínio administrado por uma senhora idosa com uma certa simpatia por dissidentes políticos.
Vale ressaltar que Marcelo não é um agente secreto. Ele está escondido apenas por necessidade, após ter irritado o magnata errado enquanto dirigia o laboratório de pesquisa científica de uma universidade. Agora, ele é um fugitivo, vivendo sob um nome falso e trabalhando no Instituto de Identificação — veja só a ironia — até conseguir um passaporte falso.
Marcelo também está usando seu tempo nesses arquivos locais para encontrar informações sobre sua falecida mãe, que desapareceu em circunstâncias misteriosas. Há também dois assassinos profissionais (Roney Villela e Gabriel Leone), contratados pelo magnata corrupto, que estão de olho nele. E o que exatamente está acontecendo com o capitão da polícia local (Robério Diógenes), que pode estar envolvido na recente descoberta de uma perna humana decepada no estômago de um tubarão encalhado?
Os fãs dos filmes de ação da Tropa de Elite dos anos 2000 e de Narcos, da Netflix, que foram os primeiros a admirar o carisma introspectivo de Moura, se sentiram justificados ao vê-lo em papéis mais substanciais em filmes como Guerra Civil (2024) e na série Ladrões de Drogas, da Apple TV+. (Sua participação especial na recente adaptação de Sr. e Sra. Smith, também da Apple TV+, ao lado de Parker Posey, é hilária.)
Seu trabalho aqui, no entanto, sugere que há toda uma gama de nuances que ele vinha mantendo escondida. Ao ver Moura adicionando tons de cinza a esse homem em fuga, adaptando-se à manipulação de linhas temporais e flashbacks de Filho e, em determinado momento, interpretando dois personagens simultaneamente, você sente que sua vitória como Melhor Ator em Cannes foi mais do que merecida. A paranoia é um elemento-chave que ele explorou extremamente bem em outros projetos. Mas há elementos de tristeza, vulnerabilidade, raiva latente e uma espécie de resignação cansada que ele adiciona a Marcelo que conferem um toque único ao personagem. Que mil papéis igualmente complexos surjam em seu caminho por causa disso.
Embora Filho nunca tenha se mostrado avesso a mudanças de estilo e à mistura de gêneros — quase se poderia pensar que a obra coral no estilo de Robert Altman O Som ao Redor (2012), a parábola sobre a revolta de classe Aquário (2016), o faroeste moderno Bacarau (2019) e a autobiografia cinéfila Retratos Fantasmas (2023) foram feitos por quatro cineastas diferentes em vez de um —, a abrangência e a ambição desta longa obra de época parecem inéditas para ele.
Filho nos prepara para um thriller político ao estilo dos anos 70, completo com assassinos, intrigas corporativas, policiais corruptos e cadáveres misteriosos. No entanto, o filme logo adota uma abordagem eclética que incorpora de tudo, desde esquetes extravagantes de filmes de terror (cuidado com aquela perna assassina peluda e desmembrada!) até reflexões sobre as alegrias de relembrar os antigos cinemas. A história de Marcelo mantém tudo conectado e a humanidade em primeiro plano, mas o efeito geral ainda é semelhante a zapear pelos canais tarde da noite, passando de uma oferta delirante para outra.
Há um plano mestre em andamento em O Agente Secreto, e seu criador o introduz em um corte abrupto que avança para os dias atuais. É uma narrativa alternativa que, de repente, enquadra a história de Marcelo como algo maior, mais complexo, mais capaz de romper os feitiços de ansiedade e nostalgia que a cercam. Mesmo quando um importante fio da trama é resolvido repentinamente com um simples olhar para uma notícia de jornal, a mudança se justifica em um epílogo tão sutil que quase não se ouve o som dos corações se partindo. O que inicialmente parece uma série de comentários enigmáticos logo se transforma em uma revelação mais ampla sobre o que Filho vem buscando o tempo todo: a passagem do tempo e como ela nunca cura todas as feridas. Isso não é exatamente um segredo. Mas é um ponto que vale a pena repetir, especialmente quando ecoa em um filme tão elegante e gratificante quanto este.
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‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’ acerta no ritmo e personagens, mas tenta ser esperto até demais

Lá em dezembro de 2019, nos cinemas brasileiros, o diretor Rian Johnson lançava Entre Facas e Segredos, excelente whodunit estrelado por Daniel Craig, Ana de Armas, Chris Evans e grande elenco. Talvez, na época, o cineasta não tivesse a pretensão de tornar sua ideia em uma grande franquia — o que aconteceu. Porém, esse sucesso passou das telonas para o serviço de streaming Netflix a partir da segunda entrada, Glass Onion: Um Mistério Knives Out (2022). Agora, em 12 de dezembro de 2025, o terceiro filme, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, estreia oficialmente na plataforma. A Rolling Stone Brasil assistiu com antecedência e te conta o que achou.
Vivo ou Morto mostra mais um caso (quase) impossível para Benoit Blanc (Craig) resolver: em uma pequena cidade, Monsignor Jefferson Wic (Josh Brolin), líder de uma igreja-culto, morre misteriosamente durante uma missa. Entre os suspeitos estão Jud Duplenticy (Josh O’Connor), ex-boxeador que virou assistente de Wic, e os fiéis seguidores da vítima: Simone Vivane (Cailee Spaeny), Lee Ross (Andrew Scott), Dr. Nat Sharp (Jeremy Renner), Samson Holt (Thomas Haden Church), Martha Delacroix (Glenn Close), Vera Draven (Kerry Washington) e Cy Draven (Daryl McCormack).
Se em Entre Facas e Segredos o diretor-roteirista zoou famílias aristocratas, enquanto Glass Onion mirava em bilionários donos de big techs, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out aponta as hipocrisias de líderes religiosos aproveitadores e da falta de alma (e conteúdo) em influenciadores digitais.
No quesito religioso, a produção expõe a busca incessante por poder, com a crença alheia como escada, e a manipulação de pessoas por meio da fé. Já a influência digital é abordada na medida e mostra que, para muita gente, a fama por meio de polêmicas e edições exageradas é o caminho ideal a se seguir.
Como nos outros dois longas da franquia, o desempenho dos atores e atrizes é um dos grandes destaques, com atuações que convencem nesta mistura de drama, comédia e mistério. A grande estrela do novo filme é O’Connor, que divide os holofotes com Daniel Craig, o protagonista dos Knives Out anteriores.
Já o elenco de apoio, apesar de contar com grandes artistas, sofrem um pouco com o tempo de tela. Afinal, sobra pouco tempo para o roteiro desenvolver todos em tela. Ou seja, nomes como Cailee Spaeny, Thomas Haden Church, Mila Kunis (Geraldine Scott) e Andrew Scott fazem um bom trabalho, mas seus personagens não fogem daquilo quando são apresentados pela primeira vez. Por outro lado, Jeremy Renner, Glenn Close, Kerry Washington, Daryl McCormack, e Josh Brolin conseguem brilhar muito mais.
Todo o início de Vivo ou Morto é na perspectiva de Jud Duplenticy, desde o seu passado turbulento, marcado pela violência, até sua chegada na igreja de Jefferson Wic. Logo de cara, Jud já saca que aquele ambiente é recheado por futilidade — e é aí que os comentários sociais de Rian Johnson entram em cena.
A narrativa do longa subverte suas expectativas e noção do que está acontecendo logo no início, com a narração dos acontecimentos pelos olhos de Jud, que revela sua rotina até o crime para Benoit Blanc. Então, enquanto você tenta juntar as pontas e tentar apontar o que aconteceu e quem foi o assassino, o roteiro mostra o que de fato aconteceu, com acontecimentos mais complexos e reviravoltas dentro de reviravoltas.
Confesso que achei bastante criativo o desenrolar do crime e suas consequências. No entanto, parece que o roteiro fica a todo momento tentando provar que é inteligente, com diversos plot twists e revelações bombásticas. No fim das contas, só deixa a narrativa mais confusa. Curiosamente, este é o efeito contrário que Glass Onion causou, porque o filme foi bastante criticado por ser previsível até demais e destoar do capítulo anterior.
Apesar disso, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out segue com a qualidade e refinamento das outras entradas, com destaque para a direção de Johnson, que brinca em diversos quadros com imagens sagradas, sejam elas dos próprios cenários da igreja ou com iluminação natural.
Mais uma vez, Daniel Craig parece que está se divertindo como nunca na pele do detetive excêntrico e carismático — suas primeiras falas acontecem bem depois do início, mas ele domina a trama com O’Connor assim que começa a abrir a boca. A inteligência e as tiradas sarcásticas e bem-humoradas do protagonista ainda encantam.
Tudo de bom que fez a franquia se destacar está presente em Vivo ou Morto (com exceção das exibições nas salas de cinema no Brasil, que não contará com circuito limitado, infelizmente). Desde os personagens ao roteiro afiado de Johnson, o filme cumpre muito bem seu objetivo de entregar uma história criativa em um gênero tão conhecido e explorado, com comentários sociais pertinentes e extremamente atuais.
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O filme de Jackie Chan que Trump pressiona para ter continuação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já declarou ser um grande fã de filmes de ação e de luta. Entre os mais elogiados por ele está, por exemplo, o clássico Bloodsport (O Grande Dragão Branco, no Brasil), estrelado por Jean-Claude Van Damme em 1988.
No entanto, um outro filme dentre os favoritos no gosto do presidente americano estaria agora na mira dele para que ganhe uma continuação, já que não tem sequência desde 2007.
Trata-se da franquia A Hora do Rush, que já teve três filmes e traz como protagonistas Jackie Chan e Chris Tucker. Eles interpretam policiais parceiros que se envolvem em diversas confusões e cenas de artes marciais, do jeito que Trump adora.

De acordo com o Semafor, Donald Trump estaria pressionando Larry Ellison, dono da Paramount, produtora da franquia, para reviver A Hora do Rush com um quarto filme nos próximos anos. Seria uma iniciativa para tornar Hollywood “máscula” novamente, segundo o jornal The Guardian.
Ellison é um famoso apoiador do presidente americano. Conforme o Semafor, uma fonte confidenciou que Trump procurou Ellison pessoalmente para solicitar uma nova sequência da franquia.
A Hora do Rush
O primeiro filme de A Hora do Rush foi lançado em 1998 e fez grande sucesso. Depois vieram continuações, lançadas em 2001 e 2007. Essa última já não obteve tanta repercussão como as anteriores, e a franquia ficou congelada nos úlitmos 18 anos.
Para piorar, em 2017 o diretor de A Hora do Rush, Brett Ratner, foi acusado de agressão sexual e ficou em maus lençóis junto à Paramount e a comunidade cinematográfica. Ele nega as acusações.
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Dorothy Gale em ‘Wicked 2’, atriz revela rosto e bastidores das gravações do longa

Em suas redes sociais, a atriz Bethany Weaver, que interpretou Dorothy Gale em Wicked: Parte 2, revelou bastidores das gravações do longa, mostrando pela primeira vez como ficou a caracterização da personagem.
Protagonista de O Mágico de Oz, Dorothy nunca mostra o rosto na novidade, que é estrelada por Cynthia Erivo (Harriet) e Ariana Grande (Não Olhe Para Cima), o que deixou muitos espectadores curiosos sobre quem a interpretaria.
Apesar da pequena participação, Weaver agradeceu, em sua publicação, pela oportunidade de dar vida à icônica personagem: “Que honra foi andar pela estrada de tijolos com os meus companheiros caçadores de bruxas!”, escreveu, referindo-se à jornada de Dorothy com o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde.
Ela também agradeceu a Jon M. Chu (Em um Bairro de Nova York) por tê-la escolhido para o papel: “Um grande agradecimento ao melhor cineasta de todos os tempos, Jon M. Chu, por me escolher para ser a Dorothy nesse maravilhosamente malvado universo chamado Oz. Obrigada por contribuir com o meu início”, escreveu. Confira:
Qual é a história de Wicked?
Wicked conta a história de duas amigas improváveis, Elphaba (Cynthia Erivo), antes de se tornar a Bruxa Má do Oeste, e Glinda (Ariana Grande), a futura Bruxa Boa do Sul, que se tornam melhores amigas, mesmo com personalidades opostas, diferentes pontos de vista e a disputa pelo amor de um mesmo homem.
Além de Cynthia Erivo e Ariana Grande — que, no Brasil, ganharam as vozes de Myra Ruiz e Fabi Bang, intérpretes de Elphaba e Glinda no teatro, respectivamente —, o elenco de Wicked ainda conta com Jonathan Bailey (Bridgerton, Companheiros de Viagem), Bowen Yang (Megarromântico), Jeff Goldblum (Jurassic Park) e Michelle Yeoh (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo), entre outros. Assista ao trailer final da novidade:
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Ariana Grande reflete sobre ‘Wicked’ e Glinda em carta: ‘O maior presente da minha vida’

No fim de semana de estreia de Wicked: Parte 2, Ariana Grande usou as redes sociais para refletir sobre a jornada de interpretar Glinda nos filmes Wicked de Jon M. Chu, que são adaptações do sucesso da Broadway, baseado livremente no romance de Gregory Maguire de 1995.
No domingo, Grande compartilhou a imagem de uma carta digitada com sua assinatura manuscrita. Na legenda da publicação, ela agradeceu aos fãs e desejou a todos um “Fim de semana incrivelmente feliz”.
A carta serviu tanto como uma saudação à segunda e, aparentemente, última parte de Wicked (ela adapta o segundo ato e a conclusão do musical teatral), quanto como uma despedida reconfortante para sua personagem, transmitindo o quão significativo foi fazer parte de algo que ela adorou desde a infância.
Dirigindo-se aos “Meus Queridos Convidados de Oz”, Grande começou a carta discutindo as profundas lições de amor, aceitação, perdão e muito mais que Wicked e a terra de Oz contêm.
“Oz tem sido meu refúgio desde que me lembro”, escreveu. “Os personagens destas páginas nos ensinam a amar incondicionalmente com todo o coração; a rir; a perdoar (mesmo quando é mais doloroso); a nos proteger ferozmente e a proteger uns aos outros (sim, às vezes até uns dos outros); a olhar para dentro; a ser curiosos e não ter medo de reconhecer nossa própria maldade para que possamos nos afastar dela e nos aproximar da bondade, porque todos nós a possuímos; a ver a beleza em todas as coisas, especialmente no desconhecido; a ser honestos, porque ser honesto é ser gentil; e a lutar pelo que é verdadeiramente, profundamente bom… mesmo que isso nos leve a uma longa e assustadora caminhada pela Estrada de Tijolos Amarelos para descobrir o que isso significa para cada um de nós.”
Ela acrescentou que se apaixonou por Wicked pela primeira vez aos 10 anos de idade; o musical ofereceu a ela “uma fuga e um lugar onde eu sabia que poderia encontrar conforto e compreensão ao longo da minha infância e vida adulta”.
Grande reconheceu que sua admiração pelo trabalho e pela atuação nos filmes são experiências distintas e únicas. “Amar algo profundamente e tornar-se isso são duas coisas muito diferentes”, escreveu ela. “Tornar-me a sua Glinda, a Boa, e ser convidada a participar deste grupo maravilhoso de seres humanos em uma jornada criativa e emocionalmente gratificante foi o maior presente da minha vida. Aprendi mais com o tempo que passei com Glinda do que com qualquer outra pessoa.”
“Ver como isso se refletiu na vida de vocês e esteve presente da mesma forma que esteve na minha, ao longo da minha jornada, tem sido o presente mais significativo, emocionante e precioso de todos”, continuou. “Vocês nunca saberão o que isso realmente significa para mim. Sou muito grata por ter sido uma pequena peça desse quebra-cabeça e por ser a Glinda de vocês.”
Antes de se despedir, ela ofereceu algumas palavras de sabedoria e encorajamento: “Antes de ir, por favor, lembrem-se: sempre que as coisas ficarem assustadoras ou vocês se sentirem sozinhos, lar é onde e com quem quisermos que seja, e não há lugar como o lar. Sua família escolhida em Oz ama vocês exatamente como são, e eu não poderia ser mais grata por vocês existirem.”
Wicked: Parte 2 estreou com números recordes, arrecadando US$ 150 milhões na América do Norte e US$ 226 milhões em todo o mundo no fim de semana. É a maior estreia de todos os tempos para uma adaptação de um musical da Broadway nos Estados Unidos — superando a primeira parte, que arrecadou US$ 112,5 milhões no ano passado, segundo o The Hollywood Reporter .
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Udo Kier, de ‘O Agente Secreto’ e ‘Bacurau’, morre aos 81 anos

O ator alemão Udo Kier (O Agente Secreto), um dos nomes mais inconfundíveis e versáteis do cinema internacional, morreu neste domingo (23), aos 81 anos. A informação foi divulgada pela revista Variety e confirmada por seu parceiro, o artista Delbert McBride. Até o momento, não foram revelados detalhes sobre a causa da morte.
Dono de uma presença magnética, marcada por olhos muito claros, voz grave e uma intensidade quase hipnótica, Kier construiu uma filmografia que atravessou diferentes gerações e movimentos cinematográficos, consolidando-se como um verdadeiro ícone cult.
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Nascido em Colônia, Kier iniciou a carreira no fim dos anos 1960 e logo chamou atenção de cineastas que buscavam figuras capazes de ocupar espaços entre o bizarro, o poético e o perturbador. Trabalhou com alguns dos diretores mais inventivos e provocadores do cinema: de Paul Morrissey, em Sangue para Drácula (1974), a Lars von Trier, com quem manteve uma longa parceria em filmes como Ondas do Destino, Dogville e Melancolia.
Também colaborou com Werner Herzog, Gus Van Sant e até mesmo ingressou no universo dos videogames, interpretando Yuri no clássico Command & Conquer: Red Alert. Nos últimos anos, havia sido anunciado como parte do elenco de OD Knock, projeto de Hideo Kojima, admirador declarado de seu desempenho em Bacurau.
A relação de Kier com o cinema brasileiro se intensificou na última década, quando Kleber Mendonça Filho o convidou para interpretar o vilão inesquecível de Bacurau (2019), codirigido por Juliano Dornelles. Sua performance como o líder de um grupo de mercenários estrangeiros se tornou um marco, aproximando ainda mais o ator do público brasileiro e do próprio Kleber, com quem criou forte afinidade. Em 2024, Udo voltou ao Brasil para filmar O Agente Secreto (2025), atualmente em cartaz. No longa, ele aparece em um papel menor, porém marcante, ampliando a colaboração com o diretor.
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Festival MixBrasil 2025 anuncia os filmes vencedores de sua 33ª edição

Os filmes vencedores da 33ª edição do Festival MixBrasil foram anunciados na noite da última quarta-feira, 19 de novembro, na Biblioteca Mário de Andrade. A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, foi premiado como melhor Longa-Metragem Brasileiro; Arrenego, de Fernando Weller e Alan Oliveira, foi o grande vencedor da Mostra Reframe; e Boi de Salto, de Tássia Araújo, levou na categoria Melhor Curta-Metragem Brasileiro. Todos foram premiados pelo júri com o Coelho de Ouro, honraria máxima do evento.
Já, segundo a votação do público, o Coelho de Prata ficou para Apolo, de Tainá Müller e Ísis Broken, como melhor longa-metragem nacional, e o australiano A Sapatona Galáctica, de Leela Varghese e Emma Hough Hobb, como melhor longa-metragem internacional. Para completar, Fardado, de Dan Biurrum, levou como Melhor Curta-Metragem Nacional e Tão Pouco Tempo, de Athina Gendry, como Melhor Curta-Metragem Internacional.
Veja a lista completa os vencedores de CINEMA do 33º Festival Mix Brasil:
Coelho de Ouro – Prêmio do Júri das Mostras Competitiva Brasil e Reframe
· Melhor Curta-Metragem Brasileiro: BOI DE SALTO, de Tássia Araújo
· Melhor Longa-Metragem Brasileiro: A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS, de Rafaela Camelo
· Melhor Filme – Mostra Reframe: ARRENEGO, de Fernando Weller e Alan Oliveira
INCENTIVO: O longa e o curta premiados da Competitiva Brasil também receberão prêmios de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Festival Mix Brasil com a DOTCINE e MISTIKA, apoiadores da área cinematográfica.
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Curtas-metragens
· Melhor Direção: Rosa Caldeira e Nay Mendl, por FRONTERIZA
· Melhor Roteiro: Luma Flôres, por COMO NASCE UM RIO
· Melhor Interpretação: Leona Vingativa, Aria Nunes, Laiana do Socorro, Victor Henrique Oliver, Agarb Braga, Mac Silva, Juan Moraes, por AMERICANA
· Menções Honrosas: A VAQUEIRA, A DANÇARINA E O PORCO, de Stella Carneiro e Ary Zara,e VÍPUXOVUKO – ALDEIA, de Dannon Lacerda
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Longas-metragens
· Melhor Direção: Guto Parente, por MORTE E VIDA MADALENA
· Melhor Roteiro: Guto Parente, por MORTE E VIDA MADALENA
· Melhor Interpretação: Laura Brandão e Serena, por A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS
· Menções Honrosas: APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken, e APENAS COISAS BOAS, de Daniel Nolasco
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva de Inteligência Artificial
· Melhor Filme: SAKURA GANSHA, de Sijin Liu (Reino Unido, Taiwan)
· Menção Honrosa: ESSA NÃO É UMA CARTA DE AMOR, de Danilo Craveiro (Brasil-SP)
Coelho de Prata – Prêmio do Público
· Melhor Curta-Metragem Nacional: FARDADO, de Dan Biurrum
· Melhor Curta-Metragem Internacional: TÃO POUCO TEMPO, de Athina Gendry (França, Alemanha)
· Melhor Longa-Metragem Nacional: APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken
· Melhor Longa-Metragem Internacional: A SAPATONA GALÁCTICA, de Leela Varghese, Emma Hough Hobb (Austrália)
Menção Honrosa – Mostra Reframe: RESUMO DA ÓPERA, de Honório Félix e Breno de Lacerda
• Prêmio Canal Brasil de Curtas: FRONTERIZA, de Rosa Caldeira e Nay Mendl
• Prêmio SescTV Apresenta: COMO NASCE UM RIO, de Luma Flôres
• Prêmio Show do Gongo: A PERNA CABELUDA, de Manequins Harmonizades
LEIA TAMBÉM: ‘O Agente Secreto’ supera ‘Bacurau’ e se torna maior filme de Kleber Mendonça Filho
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Festival MixBrasil 2025 anuncia os filmes vencedores de sua 33ª edição

Os filmes vencedores da 33ª edição do Festival MixBrasil foram anunciados na noite da última quarta-feira, 19 de novembro, na Biblioteca Mário de Andrade. A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, foi premiado como melhor Longa-Metragem Brasileiro; Arrenego, de Fernando Weller e Alan Oliveira, foi o grande vencedor da Mostra Reframe; e Boi de Salto, de Tássia Araújo, levou na categoria Melhor Curta-Metragem Brasileiro. Todos foram premiados pelo júri com o Coelho de Ouro, honraria máxima do evento.
Já, segundo a votação do público, o Coelho de Prata ficou para Apolo, de Tainá Müller e Ísis Broken, como melhor longa-metragem nacional, e o australiano A Sapatona Galáctica, de Leela Varghese e Emma Hough Hobb, como melhor longa-metragem internacional. Para completar, Fardado, de Dan Biurrum, levou como Melhor Curta-Metragem Nacional e Tão Pouco Tempo, de Athina Gendry, como Melhor Curta-Metragem Internacional.
Veja a lista completa os vencedores de CINEMA do 33º Festival Mix Brasil:
Coelho de Ouro – Prêmio do Júri das Mostras Competitiva Brasil e Reframe
· Melhor Curta-Metragem Brasileiro: BOI DE SALTO, de Tássia Araújo
· Melhor Longa-Metragem Brasileiro: A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS, de Rafaela Camelo
· Melhor Filme – Mostra Reframe: ARRENEGO, de Fernando Weller e Alan Oliveira
INCENTIVO: O longa e o curta premiados da Competitiva Brasil também receberão prêmios de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Festival Mix Brasil com a DOTCINE e MISTIKA, apoiadores da área cinematográfica.
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Curtas-metragens
· Melhor Direção: Rosa Caldeira e Nay Mendl, por FRONTERIZA
· Melhor Roteiro: Luma Flôres, por COMO NASCE UM RIO
· Melhor Interpretação: Leona Vingativa, Aria Nunes, Laiana do Socorro, Victor Henrique Oliver, Agarb Braga, Mac Silva, Juan Moraes, por AMERICANA
· Menções Honrosas: A VAQUEIRA, A DANÇARINA E O PORCO, de Stella Carneiro e Ary Zara,e VÍPUXOVUKO – ALDEIA, de Dannon Lacerda
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Longas-metragens
· Melhor Direção: Guto Parente, por MORTE E VIDA MADALENA
· Melhor Roteiro: Guto Parente, por MORTE E VIDA MADALENA
· Melhor Interpretação: Laura Brandão e Serena, por A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS
· Menções Honrosas: APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken, e APENAS COISAS BOAS, de Daniel Nolasco
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva de Inteligência Artificial
· Melhor Filme: SAKURA GANSHA, de Sijin Liu (Reino Unido, Taiwan)
· Menção Honrosa: ESSA NÃO É UMA CARTA DE AMOR, de Danilo Craveiro (Brasil-SP)
Coelho de Prata – Prêmio do Público
· Melhor Curta-Metragem Nacional: FARDADO, de Dan Biurrum
· Melhor Curta-Metragem Internacional: TÃO POUCO TEMPO, de Athina Gendry (França, Alemanha)
· Melhor Longa-Metragem Nacional: APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken
· Melhor Longa-Metragem Internacional: A SAPATONA GALÁCTICA, de Leela Varghese, Emma Hough Hobb (Austrália)
Menção Honrosa – Mostra Reframe: RESUMO DA ÓPERA, de Honório Félix e Breno de Lacerda
• Prêmio Canal Brasil de Curtas: FRONTERIZA, de Rosa Caldeira e Nay Mendl
• Prêmio SescTV Apresenta: COMO NASCE UM RIO, de Luma Flôres
• Prêmio Show do Gongo: A PERNA CABELUDA, de Manequins Harmonizades
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Festival MixBrasil 2025 anuncia os filmes vencedores de sua 33ª edição

Os filmes vencedores da 33ª edição do Festival MixBrasil foram anunciados na noite da última quarta-feira, 19 de novembro, na Biblioteca Mário de Andrade. A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, foi premiado como melhor Longa-Metragem Brasileiro; Arrenego, de Fernando Weller e Alan Oliveira, foi o grande vencedor da Mostra Reframe; e Boi de Salto, de Tássia Araújo, levou na categoria Melhor Curta-Metragem Brasileiro. Todos foram premiados pelo júri com o Coelho de Ouro, honraria máxima do evento.
Já, segundo a votação do público, o Coelho de Prata ficou para Apolo, de Tainá Müller e Ísis Broken, como melhor longa-metragem nacional, e o australiano A Sapatona Galáctica, de Leela Varghese e Emma Hough Hobb, como melhor longa-metragem internacional. Para completar, Fardado, de Dan Biurrum, levou como Melhor Curta-Metragem Nacional e Tão Pouco Tempo, de Athina Gendry, como Melhor Curta-Metragem Internacional.
Veja a lista completa os vencedores de CINEMA do 33º Festival Mix Brasil:
Coelho de Ouro – Prêmio do Júri das Mostras Competitiva Brasil e Reframe
· Melhor Curta-Metragem Brasileiro: BOI DE SALTO, de Tássia Araújo
· Melhor Longa-Metragem Brasileiro: A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS, de Rafaela Camelo
· Melhor Filme – Mostra Reframe: ARRENEGO, de Fernando Weller e Alan Oliveira
INCENTIVO: O longa e o curta premiados da Competitiva Brasil também receberão prêmios de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Festival Mix Brasil com a DOTCINE e MISTIKA, apoiadores da área cinematográfica.
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Curtas-metragens
· Melhor Direção: Rosa Caldeira e Nay Mendl, por FRONTERIZA
· Melhor Roteiro: Luma Flôres, por COMO NASCE UM RIO
· Melhor Interpretação: Leona Vingativa, Aria Nunes, Laiana do Socorro, Victor Henrique Oliver, Agarb Braga, Mac Silva, Juan Moraes, por AMERICANA
· Menções Honrosas: A VAQUEIRA, A DANÇARINA E O PORCO, de Stella Carneiro e Ary Zara,e VÍPUXOVUKO – ALDEIA, de Dannon Lacerda
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Longas-metragens
· Melhor Direção: Guto Parente, por MORTE E VIDA MADALENA
· Melhor Roteiro: Guto Parente, por MORTE E VIDA MADALENA
· Melhor Interpretação: Laura Brandão e Serena, por A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS
· Menções Honrosas: APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken, e APENAS COISAS BOAS, de Daniel Nolasco
Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva de Inteligência Artificial
· Melhor Filme: SAKURA GANSHA, de Sijin Liu (Reino Unido, Taiwan)
· Menção Honrosa: ESSA NÃO É UMA CARTA DE AMOR, de Danilo Craveiro (Brasil-SP)
Coelho de Prata – Prêmio do Público
· Melhor Curta-Metragem Nacional: FARDADO, de Dan Biurrum
· Melhor Curta-Metragem Internacional: TÃO POUCO TEMPO, de Athina Gendry (França, Alemanha)
· Melhor Longa-Metragem Nacional: APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken
· Melhor Longa-Metragem Internacional: A SAPATONA GALÁCTICA, de Leela Varghese, Emma Hough Hobb (Austrália)
Menção Honrosa – Mostra Reframe: RESUMO DA ÓPERA, de Honório Félix e Breno de Lacerda
• Prêmio Canal Brasil de Curtas: FRONTERIZA, de Rosa Caldeira e Nay Mendl
• Prêmio SescTV Apresenta: COMO NASCE UM RIO, de Luma Flôres
• Prêmio Show do Gongo: A PERNA CABELUDA, de Manequins Harmonizades
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O post Festival MixBrasil 2025 anuncia os filmes vencedores de sua 33ª edição apareceu primeiro em Rolling Stone Brasil.
